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Não basta atender às especificações de peso e tamanho pedidas pelas companhias. Antes mesmo de procurá-las e reservar o lugar do bichinho, junto do assento ou no compartimento de carga, o dono deve munir-se da carteira de vacinação do animal e dirigir-se à seção especializada do Ministério da Agricultura, no Parque da água Branca (Rua Ministro de Godói, 310), que atende de segunda a sexta-feira, das 14 às 17 horas.
O ministério exige apenas a vacina contra a raiva, mas o veterinário Aloisio Gelsi, especialista em pequenos animais, recomenda que sejam dadas doses contra cinomose, hepatite, leptospirose, parvovirose, influenza - a gripe deles - e coronavirose. "é melhor prevenir com todas essas vacinas, pois muitas vezes eles vão para ambientes bem diferentes de onde estão acostumados a viver", alerta.
O ministério, então, vai expedir a Guia de Trânsito Animal (GTA), com validade de cinco dias. Mesmo que embarque logo e a viagem seja curta, o proprietário do animal vai ter de repetir o procedimento na volta, partindo de qualquer lugar do mundo. Vale lembrar que a GTA pode ser solicitada no Aeroporto Internacional de Guarulhos - que conta com veterinário - , mas se a documentação estiver errada ou incompleta, o animal não embarca. Melhor resolver tudo antes.
Com a autorização resolvida e permissão da companhia aérea, alguns cuidados antes do embarque podem dar um vôo tranqüilo e seguro ao bichinho. "Uma fralda descartável de criança resolve se o animal não tiver lugar para fazer xixi e nada de alimentá-lo com comidas pesadas", ensina o veterinário Aloisio Gelsi. "E para o bichinho relaxar, receitamos um remédio em gotas à base de acepromazina."
Para transportar animais domésticos (cães e gatos) dentro do território brasileiro, é exigida a guia de transporte animal (GTA). A guia tem validade de sete dias, para apenas um sentido da viagem, e pode ser obtida gratuitamente no Serviço de Sanidade Animal do Ministério da Agricultura ou com veterinários credenciados pelo ministério.
Para viagens internacionais, é exigido o certificado zoosanitário internacional (CZI), emitido gratuitamente pelos postos do Ministério da Agricultura e com validade de oito dias, apenas para um sentido da viagem.
Nos dois casos é necessária a apresentação de um atestado de saúde, fornecido pelo veterinário no máximo três dias antes da emissão da GTA ou do CZI, e do comprovante de vacinação anti-rábica, para animais com idade acima de quatro meses, com o nome do laboratório produtor e número de partida da vacina, que deve ser aplicada num período mínimo de 30 dias e máximo um ano.
Como viajar de: avião, trem, ônibus, navio.
Fonte: Ministério da Agricultura.
Informações: (11) 251-0400
Agradecimento: www.maranatatur.com.br

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