Calor animal: Todo cuidado é pouco

11/02/2014 by arcabrasil | Filed under Saúde animal.

Reveja alguns pontos e ajude seu mascote a enfrentar o calorão

Da Redação do Notícias da ARCA

O calor intenso desse início de 2014 está surpreendendo a todos. Com máximas de até 39 graus, em cidades como Rio de Janeiro, e 37 graus em São Paulo, a população tem sido castigada sem trégua. Os animais, que nem sempre demonstram o quanto padecem com as altas temperaturas, necessitam de atenção redobrada.

As preocupações vão além das pulgas, carrapatos, sarnas, ou “moscas de ponta de orelha”, chegando a quadros graves como desidratação, queimaduras e até câncer de pele. Basta poucos minutos para que um cão ou gato trancado em um carro ao sol entre em estado de hipertermia.

Ficou assustado? Então conheça as precauções e confira as nossas dicas:

● Passeios apenas antes das 10h e depois das 17h, evitando os picos do sol. Nos períodos mais quentes do dia, as “almofadinhas” das patas do cão podem queimar no asfalto ou calçadas e causar muita dor e desconforto.

● Sempre levar água para que o animal possa beber durante o passeio.

● Nunca trancar o animal em quintais sem sombra, interiores sem ventilação ou dentro do carro, mesmo na sombra e com janelas abertas.

● Refrigerar o corpo do animal com água gelada ao menor sinal dos sintomas e levá-lo imediatamente para um veterinário.

● Atenção especial para raças peludas (como o são bernardo, poodle e rusk siberiano) e para os cães braquicefálicos (de focinho curto), como o boxer e o bull dog.

● Banho e Tosa: Evitar ir ao pet shop em horários de maior movimento (ex., após o almoço). Secadores, máquinas de tosar etc. contribuem para aquecer ainda mais o ambiente.

● Um animal com o quadro de hipertemia, ou seja, superaquecimento pode apresentar problemas para respirar, falta de energia, vômito, tontura e imobilidade. Resfrie o corpo do animal imediatamente e corra para o hospital veterinário.


Parasitas
As pulgas, os carrapatos e as “moscas de ponta de orelha” podem ser observados no pelo do animal ou no ambiente. Sarnas, bernes (larvas de moscas no tecido subcutâneo) e bicheiras (idem) nem sempre são evidentes, mas podem ser notados por vistoria direta da pele.

Banhos regulares, com limpeza dos ouvidos e a higienização frequente do ambiente onde o animal vive, com retirada imediata das fezes, reduz o risco de infestações.

Atenção: Doenças parasitárias causadas por carrapatos, pulgas e ácaros são tão perigosas para animais quanto para humanos.

Observou alguma coisa diferente com o peludo? Procure o médico veterinário o quanto antes. Só esse profissional pode diagnosticar o problema e iniciar o tratamento do seu amigão.


Desidratação
A indicação de muito líquido nessa época não é diferente para os bichos, eles também precisam hidratar o corpo. Observe a vasilha e, sempre que possível, troque por água fresca. Uma dica que pode ajudar é colocar fontes, pois eles adoram água corrente.

Quando levar o mascote passear não esqueça a garrafinha de água. Existem no mercado opções cada vez mais práticas e bonitas, que você deve ter sempre por perto para matar a sede do animal.


Câncer de pele
Cães e gatos mais branquinhos são as maiores vítimas dessa doença. Felizmente já existem protetores solares específicos para eles. O focinho e o ventre são as áreas mais sensíveis nos cães, e, nos gatos, a ponta da orelha e o focinho.

Siga todas as indicações e evite a exposição no horário com sol mais forte. Assim como os humanos, o animal também sofre nesse período do ano. Fique atento aos sintomas e respeite os limites do seu bichinho.


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2 Responses to “Calor animal: Todo cuidado é pouco”

  1. Joao Batista disse:

    Gostaria de parabenizar a todo grupo pelo grande trabalho que fazem em prol dos animais , Gostaria também de pedir autorização para publicar esta matéria sobre o calor animal em meu blog pois possuo um blog de defesa animal e muitas pessoas não preocupam tal atitude . Claro que com todos os créditos do site. Aguardo e mais uma vez parabéns João Batista

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