Construtores da ARCA Brasil

22/12/2014 by arcabrasil | Filed under Ações ARCA.

Os 21 anos de história da nossa entidade foram escritos por muitas mãos. Na matéria que fecha nosso Especial, trazemos o olhar e as palavras de alguns desses parceiros fundamentais

O que é preciso para erguer um grande edifício? Primeiro de tudo, um terreno adequado. Em segundo, um projeto, desenhado por engenheiros e arquitetos competentes, a partir do que tudo o mais será decidido – quantos operários trabalharão na obra e suas qualificações, os materiais e maquinários ideais a cada etapa do processo e, em especial, a profundidade e a solidez dos alicerces.

Formar uma grande organização obedece a passos semelhantes. Não basta ter um sonho, um desejo – é preciso ter projeto, clareza do que se quer edificar, as pessoas certas, imbuídas do conhecimento e das ferramentas necessárias. Trabalho duro é o que mais tem!

Na história da ARCA Brasil, não faltaram grandes “engenheiros” nem competentes operários para dar forma e vida à obra: um edifício vivo, pulsante, habitado pelo saber técnico que investe em soluções consistentes, estruturais e duradouras, efetivamente úteis ao fim do sofrimento daqueles que não podem lutar pelos próprios direitos.

Fechando com chave de ouro nosso Especial 21 Anos, saudamos cada um desses artífices, que ajudaram a conceber e dar forma a esse edifício – que nada mais é do que a concretização de um sonho. Segue o depoimento de cada um deles sobre sua história com a ARCA – a esses grandes construtores, a nossa eterna gratidão!

*    *    *

Elissa Lane, vice-diretora de animais de produção da Humane Society International (HSI):

A Humane Society International felicita a ARCA Brasil por estes grandes 21 anos, e pelo progresso que eles trouxeram para todos os animais no Brasil. Aguardamos com expectativa todo o trabalho que a ARCA fará nos próximos 21 anos, ao prosseguir na construção de uma sociedade com mais compaixão pelos animais e pelos seres humanos.

Irvênia Prada, Profa. Dra. em Anatomia na FMVZ-USP. Autora dos livros “A Alma Animal” e “A Questão Espiritual dos Animais”:

Parabéns ARCA Brasil, pelos seus 21 anos de trabalho, de propostas inovadoras e de persistência na concretização do ideal de vivência harmônica entre seres humanos e animais, que nos motiva a todos os que pertencemos a essa “tribo” de gente que se incomoda com o sofrimento desses seres que habitam conosco a mesma casa – o planeta Terra.

Não sei dizer exatamente há quanto tempo participo de debates, de congressos, enfim, de toda sorte de eventos com a presença marcante da ARCA Brasil. Posso dizer com certeza que nosso bom relacionamento toma boa parte desses 21 anos.

Como não lembrar dos dois gloriosos congressos brasileiros e latino-americanos de bem-estar animal, realizados por aqui, com a participação de todos nós e de ativistas internacionais; como não lembrar dos eventos da ARCA Brasil direcionados a despertar, nos médicos veterinários, um novo olhar no trato para com os animais, desfocando o anacrônico modelo de que seriam máquinas cartesianas automatizadas insensíveis, para aceitar as evidências científicas atuais de que são seres sencientes, aos quais devemos respeito, tanto ao direito à própria vida, quanto à sua capacidade de sofrimento.

Como coordenadora do MEDVESP – Movimento Cultural de Medicina Veterinária e Espiritualidade, que coordeno desde 2010 junto à Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia da USP, tive imenso prazer em convidar meu estimado amigo Marco Ciampi para lá proferir palestra, neste ano, sobre o histórico e as propostas da ARCA Brasil, pela importância dessa instituição no contexto do Bem-Estar Animal.

Também como coordenadora do NUVET – Núcleo de Medicina Veterinária e Espiritualidade junto à AME – SP (Associação Medico-Espírita de São Paulo), vivenciei imensa alegria ao contar com a presença do meu amigo Marco Ciampi, representando a ARCA Brasil no evento que realizamos em abril próximo passado, aqui em São Paulo.

Guardo com carinho as fotos que tenho junto do Tingo, que durante muito tempo foi símbolo vivo da ARCA Brasil.

Sinto-me gratificada pelas ligações que mantemos, seja pelas tarefas comuns e sempre marcadas pelos mesmos ideais, seja no terreno afetivo.

Desejo que estes primeiros 21 anos, que explodem em juventude, mas ao mesmo tempo em maturidade, sejam a mola propulsora de muitas realizações na seara do bem de todos, o que significa entendimento dos seres humanos quanto à verdadeira natureza dos animais. Afinal, como refere Fritjof Capra (Pertencendo ao Universo), “não somos donos do mundo, apenas pertencemos a ele!”.

João Fierro, terapeuta, publicitário e vice-presidente da ARCA Brasil:
Embora tenhamos o que celebrar nesses 21 anos de ARCA Brasil – a ONG amadureceu, fomentou nossas visões de mundo, primou pela excelência etc. –, minha sensação é a de que mal começamos a fazer tudo o que precisa ser feito. Quantos animais vivem feito lixo, sujeitos a todo tipo de maus-tratos, nas ruas deste país? ONGs brasileiras sérias, como a própria ARCA, lutam para difundir conhecimento técnico de qualidade ao país, mas seus projetos sequer conseguem patrocinadores ou apoio do Poder Público. Isso mesmo: não falta dinheiro para a corrupção, mas faltam verbas modestas para dar continuidade a trabalhos importantes.

O tráfico de silvestres nos envergonha, favorecido pelo policiamento precário das fronteiras e pela ausência de um serviço de inteligência realmente apto a coibir as ações dos traficantes.

Políticos se apossam da causa animal como mote de campanha, e uma vez eleitos, quase sempre dão um show – de despreparo!

Somos sub-civilizados em muitas, muitas searas. O Brasil segue o mesmo protocolo do século passado para lidar com a Leishmaniose Viseral Canina, por exemplo – nosso país é o único que mata os cães infectados (e que NÃO transmitem a doença) em vez de tratá-los e, mesmo assim, a doença avança em ritmo acelerado.

Nossos veterinários são tratados como uma classe médica inferior – não recebem o pagamento nem o respeito que merecem

Nossas empresas são medíocres. Investem em tolas ações de marketing e não enxergam quanto valor poderiam agregar com ações de responsabilidade social e ambiental em benefício dos animais.

A cadeia da proteína animal só agora está dando os primeiros passos para promover a criação, o transporte e o abate de forma humanitária. A Confederação Nacional da Agricultura estima que o Valor Bruto da Produção crescerá 2,7% em 2015, impulsionado principalmente pela carne bovina (27,6%). Para toda a pecuária, a CNA espera crescimento de 17,8% do VBP. Em reais, é um volume que chega a impressionantes 450 bilhões! Alguém está pensando em investir uma ínfima parcela dessa fortuna na melhoria das condições de manejo e transporte dos bichos que vão virar comida? As porcas vão se livrar das terríveis celas de gestação, onde passam a vida praticamente imóveis, apenas gerando ninhadas e mais ninhadas? Bois deixarão de tomar choque enquanto são conduzidos pelo corredor da morte? Provavelmente não!

E na indústria cosmética, onde muitas companhias afirmam ter abolido os testes em cobaias vivas e fazem propaganda desse “feito”, enquanto continuam adquirindo insumos testados na origem? Insumos que, muitas vezes, vêm da China, mundialmente notória pela sua indiferença para com o bem-estar animal! Em uma palavra: hipocrisia!


O serviço de carga de pets de grandes empresas aéreas é de má qualidade, deixando quem viaja com seu animal de estimação sempre angustiado.

Agências de publicidade movimentam fortunas com comerciais que exploram a graça dos animais. E o que os anunciantes e suas agências fazem realmente pela causa? Nada!

Nas Olimpíadas de 2016, a Mascote é a Fauna (a Flora é a mascote das paraolimpíadas). Que bom! O que o Comitê Olímpico Brasileiro (COB) fará pelas entidades que cuidam da fauna brasileira? O que a FIFA fez pelos tatus-bola do Brasil, eternizados no “Fuleco”?

Educar nosso povo, nossa sociedade, é fundamental. Nos últimos 20 anos, recebemos um conteúdo importante no que se refere ao meio ambiente, mas nossas escolas nem mencionam a questão animal.

Investir no respeito aos bichos – todos eles! – seria um bom passo rumo à melhoria da nossa civilidade. Estamos vivendo uma “normose social” e precisamos com urgência nos tornar mais compassivos e amorosos.

João Luís Macedo dos Santos, advogado, sócio de Macedo, Macedo e Massinelli Sociedade de Advogados e professor universitário:

Atuei como consultor jurídico da ARCA Brasil praticamente desde o primeiro projeto que deu origem à ARCA e a seu primeiro nome, a Associação dos Amigos de Golfinho Flipper, que teve por objetivo a reintrodução de um animal cativo em seu habitat natural.

Desde então acompanhei a trajetória da ARCA – de forma mais intensa em alguns momentos, e menos em outros. Posso dizer que, na maioria dos projetos para os quais foi necessário voltar um olhar jurídico, pude colaborar com a entidade.

Nessas duas décadas, pude ver a causa da proteção animal ganhar espaço na mídia, dialogar com movimentos sociais, tornar-se objeto de políticas públicas e integrar programas de campanhas eleitorais. Há ainda muito a ser feito, mas não é possível olhar para trás e deixar de reconhecer os consideráveis avanços da causa do bem-estar animal como um todo.

Falando de forma mais específica, pude ver a ARCA Brasil tornar-se referência na questão da proteção animal, ganhando credibilidade, demonstrando sua vocação para a divulgação do conhecimento técnico e científico relacionado à proteção animal, conquistando a simpatia, a confiança e o engajamento de colaboradores em todo o País, sensibilizando autoridades e interagindo com profissionais e com a comunidade acadêmica.

Com relação à minha atuação, é claro que se espera de um consultor jurídico, como de qualquer consultor, que tenha algum conhecimento a partilhar. Entretanto, posso dizer que aprendi muito – e continuo a aprender – com a causa da proteção animal. Aprendi até mesmo a olhar para a vida com mais atenção e respeito.

Depois de anos próximo a essa luta – a do respeito pela vida animal – compreendi que a questão pode ser resumida como simplesmente uma luta pelo respeito à vida, qualquer vida. Gosto de pensar que protetores de animais são altruístas. Mas talvez não sejamos tão altruístas assim, especialmente quando descobrimos que a luta por uma vida digna é causa comum entre humanos e animais. Quem desrespeita um animal, ao fim e ao cabo, desrespeita a vida em sua inteireza, e por consequência, desrespeita aos seus semelhantes.

Já se disse que o menino que sofre e se indigna com os maus-tratos infligidos aos animais será bom e generoso com os homens. Tenho certeza disso.

E assim, gostaria de concluir esse breve depoimento com o que imagino ser o grande desafio da proteção animal, que é a formação da consciência de proteção animal a partir da infância, seja no ambiente escolar, seja no ambiente familiar e social. A educação foi e será sempre a melhor e mais efetiva forma de mudar o mundo, em todos os aspectos. E isso vale também para a proteção animal.

Julio Dória Isnard, publicitário, empresário e diretor da ARCA Brasil: Minha participação na ARCA Brasil começou por total afinidade com os ideais de Marco Ciampi. Até então, não conhecia um espaço em que os direitos dos animais fossem defendidos tão amplamente, em todas as questões que os envolvem. Atuando junto a empresários, criadores, formadores de opinião, políticos, simpatizantes da causa; informando e orientando a todos, inclusive os meios de comunicação, quando assuntos relevantes ficavam sem resposta; criando o Selo Empresa Amiga dos Animais, o projeto de Veterinários Solidários, as ações de castração e adoção;  lutando para erradicar doenças, promovendo seminários no Brasil e no exterior, levando conhecimento para fora e trazendo experiências importantíssimas para o nosso país. E se tornando uma referência nessa área na América Latina e, arrisco dizer, em todo o mundo. Afinal, o Brasil é tão grande quanto os problemas que temos de enfrentar. Minha participação se deu sobretudo dentro da minha área de atuação. Por ser publicitário, pude contribuir com campanhas e peças de comunicação. Mais do que isso, eu me envolvi na área de marketing e branding da ARCA Brasil. Discutindo questões estratégicas para que a entidade ganhasse a visibilidade e relevância que merece. Uma luta árdua e que ainda está em curso, pois após 21 anos a ONG ainda está longe de ter reconhecimento à altura do trabalho que realiza. A ARCA Brasil faz muito mais pelos animais do que as pessoas imaginam. Talvez por ser uma ONG de conscientização, ela não tenha o apelo emocional de um resgate isolado. Mas, ao invés de salvar um animal, ela está SALVANDO MILHÕES. E em todas as áreas de vida animal. Isso precisa ser divulgado. Para que mais empresários e amantes dos animais se juntem à causa e ajudem a ARCA Brasil a ter uma estrutura melhor, para fazer muito mais. Participei da criação dos selos Empresa Amiga dos Animais e Veterinários Solidários, criei a Campanha da Leishmaniose “O cão não é o vilão”, e na medida do possível sempre procurei dar um toque final nas mensagens da ARCA junto com Marco Ciampi e o incansável e multimídia Vinícius, como no caso da campanha das Celas de Gestação, contra o McDonalds, ou do fim dos Testes em Animais em laboratórios. São inúmeras peças, ações, projetos, que hoje estão sendo levados a várias empresas e até mesmo à área de educação. Mas acho que o mais importante ainda está por vir. A sensação é de que ainda não fiz o suficiente. Que a ARCA Brasil merece mais apoio e tem muito a dar ao Brasil, aos animais. E ficarei por perto até ver este sonho realizado. Ou melhor: até depois disso, pois os animais precisam de alguém que fale por eles, sempre. Eu, você, todos nós.

Regina Zanelato, médica veterinária solidária, especialista em cirurgias:

Minha atuação na ARCA Brasil foi praticamente meu ingresso na proteção e defesa do bem-estar animal. Fizemos palestras, programas de castração… E eu, na época uma recém-formada com todas as dúvidas, inseguranças , medos e receios de quem está começando, tive o prazer de conhecer o trabalho realizado pela entidade, e fui muito apoiada nas minhas iniciativas. Na medida em que adquiria confiança e prática, realizava cada vez mais cirurgias. Cresci, tanto como pessoa quanto profissionalmente. E o mais importante foi aprender e passar para outras pessoas uma mensagem de respeito, amor e posse responsável.

Rita de Cassia Garcia, Doutora em Ciências pelo Departamento de Medicina Veterinária Preventiva e Saúde Animal da FMVZ/USP e membro da Associação Médico Veterinária Brasileira de Bem-Estar Animal (AMVEBBEA):

ARCA Brasil fez parte da minha vida, de caminhos pessoais e profissionais transformadores. A parceria firmada entre a Prefeitura de Taboão da Serra, clínicos veterinários e a ARCA Brasil escreveu um novo capítulo na história do manejo populacional em todo o País, e se deu numa época em que captura e eliminação de cães e gatos era sinônimo de controle populacional. Com certeza a diferença foi feita!

Rubia Burnier, médica veterinária pela Universidade de Alfenas (UNIFENAS-MG), proprietária do Espaço Animal e terapeuta comportamental há 25 anos:

Participo da ARCA Brasil há 15 anos. Minhas contribuições se deram, principalmente, durante a elaboração do Guia de Posse Responsável e da participação em seminários. Entendo que o Marco Ciampi teve um papel pioneiro na Proteção Animal, pois foi um dos primeiros a vestir essa camisa. Sempre sem fins lucrativos, a ARCA Brasil realiza um trabalho genuíno. Acredito que as pessoas estejam cada vez mais conscientes, mais sensíveis. Infelizmente, porém, na hora do ‘vamos ver’, muitos deixam de participar da ação. É necessário que a sociedade se engaje mais, e não somente as ONGs – que precisam unir suas forças. Elas têm o papel de participar e encaminhar a mudança que a gente [sociedade] precisa. A proteção animal já avançou muito, mas ainda há muito a concretizar.

Silvia Avanzi, jornalista e militante ativa em defesa dos direitos dos bichos:

Conheci a ARCA Brasil EM 1998, quando editava a seção Bichos Da revista Claudia. Procurei a consultoria do Marco Ciampi para escrever uma matéria sobre Direitos dos Animais. Naquele momento, fiquei admirada com o trabalho amplo e profundo que a ONG já vinha realizando no país desde 1992.

Naquela época, a ARCA Brasil já tinha realizado o 1º Congresso de Bem-Estar Animal e estava prestes a realizar o segundo. Foi aí que entrei como jornalista voluntária e fui ao Rio de Janeiro com o Marco e uma cinegrafista gravar uma entrevista com a célebre psicanalista Dra. Nise da Silveira. Ela gravou um depoimento em defesa dos animais para a abertura do Segundo Congresso.

A partir daí, arregacei as mangas com a ARCA, pois a Causa dos Animais já era a Causa da minha vida desde que comecei a perceber o mundo. Fizemos muitas ações. Entre elas, a Exposição de Fotos Um Dia de Gato, com a participação voluntária de fotógrafos famosos, como Bob Wolfenson e o saudoso Pedro Rubens, entre outros. A exposição, realizada no Conjunto Nacional, contava também com uma mostra de cartazes de conscientização sobre a Posse Responsável de Animais e gerou um book de cartões. Este evento atraiu dezenas de milhares de pessoas diariamente e teve repercussão em toda a imprensa brasileira (Veja, Época, Estadão, Revista da Folha etc.). Depois criamos a Newsletter Notícias da Arca e concursos de fotos de bichos, entre outras ações. E não posso esquecer-me de algo importante: fui eu que batizei o Alemão com o nome de Tingo.

ARCA Brasil foi, sem dúvida, a organização responsável pela introdução no país da nova mentalidade sobre a defesa dos direitos dos animais. Disseminou por aqui a prática do controle populacional, via esterilização, como forma de proteção animal efetiva; criou programas de controle populacional para prefeituras em substituição ao sacrifício dos bichos; propagou o conceito de posse responsável; colocou na pauta das universidades a questão das Alternativas ao uso de Animais no Ensino; iniciou o debate contra o uso de animais em testes; impediu a venda de ‘animais excedentes’ por parte do zoológico; participou de forma ativa da luta contra animais em circos e em rodeios e tomou parte em muitas outras discussões essenciais para o avanço da implementação dos direitos dos animais no Brasil. Sendo muito injusta ao não nomear todos os parceiros que abraçaram a causa com a ARCA, cito ao menos uma figura essencial ao sucesso dos projetos da ONG, além do Marco Ciampi, é claro: a Dra. Rita de Cássia Garcia teve papel fundamental no sucesso de todos esses projetos ao levar a questão dos Animais para as principais universidades do país.

Enfim, para mim, foi um privilégio participar das ações da ARCA e perceber quantas dessas sementes germinaram e tantas outras ainda que estão por vicejar.

A luta continua!

Vitor Ribeiro, Prof. Dr. no Instituto de Medicina da PUC Minas e presidente da BRASILEISH.

Parabéns à ARCA Brasil, que contribui para o Brasil dar mais valor à vida e ser mais ético. Acredito que tive uma modesta, mas sincera e dedicada, participação na entidade. Participei de projetos de divulgação de conhecimento e amadurecimento de consciências na valorização da vida animal em campanhas de controle de doenças humanas. Tive também a oportunidade de participar, por meio de conferências, da campanha pelo tratamento da leishmaniose visceral canina em detrimento de sua morte. Além das conferências, pude colaborar na redação de textos para publicação em revistas e na elaboração de estratégias, como a campanha “Prevenção é a única solução”.


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