Doe Agora

BUSCA:

 

Celas de gestação


No Brasil, cerca de 1,5 milhão de porcas são tratadas como ‘unidades produtoras de leitões’ em sistemas industriais.





Essas matrizes sofrem com os repetidos ciclos de inseminação, gestação e amamentação. Durante a gestação de quatro meses, elas são mantidas em baias de metal individuais com apenas 0.6 metros (60 cm) de largura por 2.1 metros de comprimento, espaço tão pequeno que os animais não conseguem sequer se virar. Um pouco antes do parto, elas são transferidas para celas de parição, igualmente restritivas, onde permanecem até 4 semanas, quando os filhotes são desmamados.

Matrizes confinadas em celas não são capazes de ter comportamentos naturais importantes, tais como fuçar, revolver a terra, construir ninhos, pastar, espojar-se e socializar. Como resultado do confinamento intensivo, elas sofrem estresse psicológico assim como inúmeros danos físicos, incluindo infecções urinárias, enfraquecimento dos ossos, crescimento exagerado dos cascos, e debilidade. Morder as barras de metal das celas até sangrarem é um comportamento comum nestas granjas-fábrica, provocado pela frustração do confinamento intensivo.

Os porcos são animais sociais que podem sentir medo, dor, estresse, mas também experimentar a alegria. Estudos mostram que eles são mais inteligentes do que os cães, tem a noção de tempo e são capazes de prever eventos futuros. São carinhosos e formam grupos liderados por fêmeas, que criam seus filhotes unidos.

 

 

 


Cadastre-se e receba informações da ARCA:

NOME:

E-MAIL:








Reprodução de conteúdos
Estimulamos a reprodução de nossos conteúdos, desde que na íntegra, com créditos para a ong, ao autor (quando houver) e link para o site da ARCA notificando para arcabrasil@arcabrasil.org.br Edições de texto devem ser previamente consultadas. Não é permitida a reprodução de fotos.