Associação Humanitária de Proteção e Bem-Estar Animal English


.Cadastre-se agora e receba .o Notícias da ARCA!

..Nome:
.

..E-mail:
.

..


Selo Empresa Amiga dos Animais
Conheça as Empresas Amigas dos Animais ®


Parceria
internacional de:






IFAW


Reprodução de conteúdos
.
Estimulamos a reprodução de nossos conteúdos, desde que na íntegra, com créditos para a ong, ao autor (quando houver) e link para o site da ARCA
notificando para
arcabrasil@
arcabrasil.org.br

Edições de texto devem ser previamente
consultadas. Não é permitida a
reprodução de fotos.


Questões Frequentes

Quer saber como denunciar maus-tratos ou o que fazer diante de um animal abandonado? Onde castrar seu animal por um preço reduzido e como conduzir problemas com o seu condomínio?
Clique aqui para resolver as suas principais dúvidas!


Agressividade - Maio de 2006

Ataques de animais: como prevenir acidentes?


A morte de uma dona-de-casa em virtude a ataques de seus dois cães da raça Rottweiller reacendeu as discussões que cercam a convivência da sociedade com seus animais, em especial com os cães de raças de maior porte ou de guarda. Manter os animais em situações inadequadas e o desconhecimento dos proprietários pode ser fatal. Em entrevista ao jornal Folha de SP, Marcelo Monteiro, veterinário e coordenador do Centro de Zoonoses do Embu, declarou que o estresse pode ter sido a causa do ataque dos cães, pois o quintal da casa era pequeno e isso contribui para a agressividade do animal. Segundo os médicos, Maria de Fátima Parra Santos (49), que era cardiopata, morreu em função de crise hipertensiva, em decorrência dos ataques.

Ataques de maior gravidade de cães aos seus donos não são comuns e costumam ter uma causa definida. Em entrevista a ARCA Brasil Lisa F.L. (48) - Morumbi/SP, relatou as circunstancias em que foi mordida por seu rottweiller de sete anos. Segundo ela, a agressão teria sido motivada pelo barulho dos fogos de artifício. Lisa - que faz questão de dizer que não pensou em se desfazer do bicho - conta que, além de sentir-se mais segura, o animal a ajudou a superar uma grande depressão, motivada pela perda de um filho. Já Josef N.A. (59) - Salvador/BA, dono de um rottweiller de 5 anos, só tem boas referências sobre a raça. “É um cachorro dócil, que já foi adestrado e só reage para me defender ou quando entende que a casa está sob risco”.


Durante uma pesquisa de campo, realizada por todo o ano 1999 na cidade de São Paulo, a Dra. Rubia Burnier (Veterinária Solidária) , e terapeuta comportamental da Vet Móvel entrevistou dezenas de pessoas agredidas por cães. Ela observou que nos contextos das agressões havia sempre uma situação de "privação" em relação ao animal agressor. Esta privação ou "falta de" se apresentava de várias maneiras e foram a causa geradora da agressividade por parte dos animais. Ela dá exemplos: privação de comida: cães abandonados que agridem pessoas que se aproximam de lixeiras ou restos de alimentos onde estes animais circulam; privação de abrigo: animais de rua que adotam como seu território as calçadas, locais públicos ou praças, passando a agredir qualquer indivíduo que se aproxime dessas áreas; privação de contato com outros animais e com pessoas, resultando em grande intolerância à presença de estranhos; privação de limites na relação, resultando em aumento da dominância dos cães sobre as pessoas e o não reconhecimento de autoridade em seu dono; privação de espaço: animais confinados, presos ou acorrentados em áreas de acesso às residências, por período integral ou durante o dia apenas, mas soltos à noite.

Segundo a Dra. Rubia, os cães podem morder por antecipação a algo que considerem como uma ameaça (movimentos bruscos, presença de um estranho em seu território); quando tocados, manipulados ou como reação a algum estímulo que provoque dor; ou ainda quando condicionados a não tolerar presença de outros indivíduos, animais ou pessoas (adestramentos, animais que ficam presos ou acorrentados).

 

Em fevereiro deste ano a ARCA promoveu o primeiro encontro da “Comissão de Especialistas”, formada por veterinários, criadores, educadores e terapeutas comportamentais. O trabalho resultará em um Guia de Procedimentos, para instruir proprietários e interessados em conviver com um animal, em particular cães, fornecendo instrumentos para uma melhor compreensão e desfrute dessa convivência. A Comissão é parte importante nos trabalhos da Stop Animal Fighting, campanha mundial da Humane Society International, lançada o ano passado em nosso país pela ARCA Brasil.


18 anos promovendo o bem estar e a proteção de todos os animais!

Associe-se à ARCA!


Confira sempre
as novidades














Cereal Brasil apóia os nossos trabalhos em defesa dos animais.

A ARCA Brasil tem o apoio da Anuncie aqui!