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Rabichos - Dezembro de 2006
Bazar ARCA Brasil
No período de 13 de novembro a 09 de dezembro, as portas da ARCA Brasil estiveram abertas para visitantes, colaboradores e simpatizantes da causa, que prestigiaram o Bazar de Natal da entidade, em sua sede na Vila Madalena (São Paulo). Artistas plásticos, estilistas e outros criadores tiveram suas belas peças expostas ao público, que pôde também conhecer de perto o trabalho da ARCA.
O Bazar foi um sucesso. Com público estimado em 150 visitantes, a venda das peças gerou uma arrecadação de cerca de 10 mil reais, que serão revertidos para a continuidade dos projetos da entidade. “É bom constatar que ainda há espírito de solidariedade nas pessoas, que compareceram ao Bazar por se identificarem com a causa animal”, comemora Vinicius Correia, integrante da equipe da ARCA.
A maioria das pessoas procurava itens para presentear os amigos no Natal. Um gesto de carinho e amor ao próximo, que faz muita diferença para os animais em situação de abandono. Além da ajuda direta, Simone Andreta ressalta outro efeito importante. “Para cada peça vendida, a idéia da conscientização vai junto para quem a adquiriu”, observa a estilista, que criou peças exclusivas para a ARCA Brasil, dentre elas a bolsa “Tingo”, item de maior sucesso no Bazar.
A voluntaria Ivani Galantini sorteia a ganhadora do arranhador triplex da Quatro Estações: MARIA CECÍLIA MORETE São Paulo – SP. |
China se rende aos protestos e suspende o extermínio de cães
Pequim, 13 dez - O presidente da China, Hu Jintao,
mandou deter o sacrifício em massa de cachorros no país,
iniciado em meados deste ano para prevenir a raiva e que enfrentou
forte oposição dos donos de animais de estimação,
informaram fontes governamentais à imprensa independente.
A decisão de Hu de assumir uma posição na questão
canina, que se tornou um verdadeiro problema social, foi tomada depois
de o presidente receber por escrito as queixas de 60 mil donos de
cachorros, segundo o jornal "South China Morning Post".
Um dos signatários das cartas afirmou que Hu está muito
preocupado com a campanha de extermínio, que causou numerosos
protestos e recebeu uma ampla cobertura por parte da imprensa estrangeira.
Desde agosto, dezenas de milhares de cachorros foram sacrificados.
Em algumas zonas rurais com alto número de mortes por raiva
em seres humanos, toda a população canina foi exterminada.
Em Pequim, a Prefeitura implementou a "política do cachorro
único". As famílias só são autorizadas
a ter um cão. Patrulhas policiais visitam as casas para verificar
se a norma é respeitada e para levar os animais que não
estiverem vacinados, registrados ou superarem a quota.
Além disso, há multas para quem passear com seus cachorros.
A medida causou descontentamento entre os donos e manifestações
nas ruas, levando a confrontos violentos com a Polícia e detenções
dos organizadores dos protestos.
A raiva é uma das doenças contagiosas que causa mais
mortes na China. Só entre janeiro e agosto deste ano, 1.700
pessoas morreram.
Fonte: Agência Efe
Saiba
mais sobre o surto de raiva na China
Comissão aprova proibição de uso de animais em circo
A Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento
Sustentável aprovou no dia 21 de dezembro um projeto substitutivo
ao do Senado que obriga o registro de circos e trata do emprego de
animais nessa atividade. O projeto original prevê apenas o registro
de animais no Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos
Naturais Renováveis).
De acordo com a Agência Câmara, a restrição
constava de outras 15 propostas sobre o tema, que tramitam em conjunto.
Quase todos os projetos de lei foram elaborados no ano 2000, em decorrência
da morte de um menino de 6 anos, atacado por leões do Circo
Vostok, em Jaboatão dos Guararapes (PE).
Pelo novo projeto, os circos terão três anos para dar
destinação aos animais empregados. A importação
e a compra de qualquer espécie animal para esse tipo de espetáculo
passa a ser proibida assim que for aprovada a lei. Circos que utilizem
animais serão proibidos de se apresentar no País, e
a reprodução de animais nos circos também não
poderá mais ocorrer.
Todos os animais dos circos terão de ser cadastrados no órgão
federal competente. Para proceder ao registro, deve-se apresentar
os documentos comprobatórios da origem dos animais. Decorridos
os três anos de adaptação permitidos pela lei,
os animais devem ser encaminhados para zoológicos ou mantenedores
de fauna exótica registrados no Ibama.
O descumprimento da lei sujeita o responsável legal pelo circo
e o infrator ao embargo da atividade à detenção
de seis meses a um ano, e a uma multa.
Sujeito à votação pelo Plenário, o projeto
ainda será analisado pelas comissões de Educação
e Cultura; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.
Fonte: Campo Grande News
Veja matéria sobre maus tratos aos animais em um dos circos mais famosos do mundo
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