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Rabichos - Junho de 2007
O Vegethus inaugurará a sua nova casa na cidade de Santo André, no ABC Paulista. Em apenas quatro anos de existência, tendo iniciado suas atividades no bairro da Vila Mariana, em São Paulo, o VEGETHUS foi recentemente apontado por um crítico internacional como um dos melhores restaurantes veganos do mundo (Rynn Berry - Revista dos Vegetarianos - Nº 6).
O restaurante oferece diariamente um cardápio vegano (100% vegetariano) variado e original, servido em um buffet composto por 10 saladas, 8 pratos quentes e 7 sobremesas. Nossa equipe exclusiva, que conta com 2 profissionais da área de nutrição, 5 da área de gastronomia e 2 chefs de cozinha internacional.
Além disso, o Vegethus conta ainda com assessoria especializada da nutriVeg, dirigida pelo Dr. George Guimarães - a única empresa de consultoria no Brasil especializada no segmento vegetariano . O restaurante também promove eventos, entre eles festas e jantares como a Balada Junk Food Saudável, cursos de culinária vegetariana e palestras sobre nutrição e saúde.
O novo Veghetus fica na Rua das Monções em Santo André, São Paulo.
Veja algumas fotos da nova casa
Polêmica nos recursos da prefeitura de São Paulo destinados à castração
A proteção animal passou uma semana agitada nos primeiros dias de junho por causa de uma matéria do jornal O Estado de S.Paulo. O texto publicado no periódico denuncia um suposto desvio de dinheiro entre as cinco ongs subsidiadas pela prefeitura para fazer castrações gratuitas. Segunda as informações apresentadas, existem pelo menos 1700 RGA's (Registro Geral Animal) falsos no CCZ. A matéria gerou mal-estar, medo, desconfiança e troca de acusações entre as organizações e também entre os protetores.
Um vereador de São Paulo está organizando ofícios para investigar o caso. Enquanto isso, a Secretaria Municipal de Saúde instaurou uma sindicância para confirmar as acusações de fraude. É fundamental que se apurem os fatos para não permitir que atinja essa tímida iniciativa do governo municipal de sanar o problema da superpopulação de animais.
IBGE mapeia 394 animais com risco de extinção no país
O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) lançou neste mês um mapeamento dos animais da fauna brasileira ameaçados de extinção.
De acordo com informações da Agência Brasil, o IBGE identificou que o caso mais grave é o da perereca Phrynomedusa fimbriata, comum em Paranapiacaba, em São Paulo, já considerado extinto.
A lista do Ibama, que serviu de base para o estudo, apontava um total de 105 espécies e subespécies de animais sob ameaça de extinção, entre mamíferos, répteis e anfíbios. Alguns exemplos são a baleia-azul, o mico-leão-de-cara-preta, o mico-leão-preto, tartaruga-de-couro, macaco-prego-de-peito-amarelo e peixe-boi-marinho.
De acordo com o estudo, a Região Sudeste é onde há o maior número de espécies em risco de extinção. Do total, 39 ocorrem no Rio de Janeiro, 38 em São Paulo e 37 em Minas Gerais.
Lícia Leone Couto, bióloga do IBGE, exlica que a extinção dos animais está ligada ao desenvolvimento econômico. "Essa região de mata atlântica é muito atingida por devastações das florestas por construções imobiliárias e abertura de estradas. Geralmente, a região que tem maior progresso, onde o homem penetrou mais, também tem maior destruição no habitat natural das espécies."
Ainda segundo a bióloga do IBGE, que considera alto o número de animais em risco de extinção no país, os principais fatores para o desaparecimento, além da destruição do hábitat, são a poluição do ar e das águas, a caça predatória e o comércio ilegal de animais, tanto para fins ornamentais, como para abastecer zoológicos internacionais.
Fonte: Agência Brasil.
Circos serão vistoriados no distrito federal antes de funcionar
No dia 7 de maio passado, a 4° Promotoria de Justiça de Defesa do Meio Ambiente (Prodema) obteve liminar que regulamenta a autorização de alvarás de funcionamento para circos. Agora, as administrações regionais do DF só podem emitir o documento após receber relatório de vistoria do órgão ambiental competente. A avaliação deve atestar o bem-estar dos animais expostos, analisar os riscos de acidentes e o plano de segurança do estabelecimento circense. O governo pode ser multado em até 50 mil reais caso desrespeite a decisão. Até hoje – segundo reporta o jornalista Anderson Costolli do Correio Web – não existe lei que avalie a situação dos animais de circo.
A promotora Kátia Christina Lemos, da Prodema, condena o tratamento oferecido aos animais nos circos. “O próprio treinamento já é uma caracterização de maus-tratos por serem animais selvagens, são treinados brutalmente até que façam o que o treinador deseja.”
Além de fiscalizar os maus-tratos, a decisão judicial prevê também maior segurança para o público.
“Para a coordenadora do programa de educação da Associação Protetora dos Animais do Distrito Federal (Proanima), Maria Corbucci, a decisão judicial não é nenhum motivo para comemoração. Marina argumenta que um animal selvagem não deve submetido à vida em um cativeiro de circo. “O Ibama e as administrações regionais estão sendo coniventes a esses maus-tratos ao darem parecer positivo aos animais de circo. Um animal que é privado de viver em seu habitat natural não poder exibir comportamentos naturais da espécie”, defende. Marina acredita que, em muitos casos, o Ibama admite que o animal continue no circo por não haver outro lugar para encaminhá-lo.
De acordo com o chefe da Divisão de Fiscalização de Fauna do Ibama, Roberto Cabral, é praticamente impossível um circo, por ser uma estrutura itinerante, ter condições 100% legais de abrigar animais de grande porte. Principal fato é que não existe um veterinário que acompanhe o estado de saúde dos animais. “Até essa ação judicial, a administração não considerava o viés ambiental. O alvará era mais fácil. Somos a favor da diversão, mas não podemos permitir maus-tratos. A única coisa que o Ibama quer é que a diversão não prejudique ninguém”, informou. A multa aos proprietários dos circos vai variar de R$ 500 a R$ 2 mil, com acréscimo de R$ 200 por animal.”.
Fonte: CorreioWeb; Agradecimento: Gato Verde
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