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Rabichos – Novembro – 2007
ARCA Brasil terá balcão no shopping Market Place
Não perca a chance de dar presentes lindos e úteis no Natal e, ao mesmo tempo, contribuir com a causa dos bichos. Entre os dias 13 e 19 de novembro a ARCA Brasil estará no “Balcão da Cidadania” do Shopping Market Place. Promovido pelo Centro de Voluntariado, o balcão dá espaço para que entidades não governamentais mostrem seu trabalho.
Visite a ARCA Brasil no “Balcão da Cidadania” e saiba mais sobre nossas ações. Aproveite para adiantar suas compras de Natal e dar cadernos, camisetas e adesivos exclusivos da ARCA Brasil, espalhando entre os amigos a consciência do cuidado que os animais merecem.
Serviço:
Shopping Market Place, piso térreo, em frente à loja Marisa - Avenida das Nações Unidas, 13947.
Dias 13 a 19. De segunda a sexta, das 10h às 22h e no feriado (15) e domingos (18), das 14h às 20h.
Decisão do MP inviabiliza provas em rodeio de Mauá
A sétima edição da Festa de Peão de Boiadeiro de Mauá, programada para acontecer entre os dias 22 e 25 de novembro, pode se transformar em uma quermesse, apenas com shows e comidas típicas. Uma vitória para os animais!
Uma decisão da promotora substituta do Meio Ambiente de Mauá, Adriana de Cássia Delbue Silva, impede o uso de sedem (corda que é amarrada na virilha de touros e cavalos, para que eles saltem) e de esporas pontiagudas. Também estão proibidas provas de laço com bezerros. A resolução torna as disputas inviáveis. A multa diária por descumprimento da medida é de R$ 50 mil.
A representação partiu da advogada Renata de Freitas Martins, da ONG Mountarat Sociedade de Proteção Ambiental, de Santo André. “Isso significa que a liminar obtida há dois anos ainda está em vigor. O prefeito pode até fazer rodeios, mas não descumprirá a determinação. Assim as pessoas irão lá para ver apenas os shows”, disse Renata. “Para nós isso já é uma grande vitória”.
Em 2005 e 2006, as festas foram realizadas no município, mas sem o uso desses equipamentos. O rodeio deste ano foi autorizado pela Câmara de Mauá no dia 9 de outubro, após envio de projeto de lei do Executivo, em regime de urgência, poucos minutos antes do início da sessão.
Animais salvam a população em deslizamento no México
O instinto dos bois e vacas da Vila Juan de Grijalva salvou os moradores locais de um deslizamento de terra no começo de novembro. O lugarejo, no Estado de Chiapas, teve 50 casas soterradas e deixou 16 pessoas desaparecidas.
A situação só não foi pior porque os animais da cidade pressentiram o que estava para acontecer e buscaram refúgio em terrenos mais altos. Os seus proprietários ficaram preocupados e quando saíram para buscá-los, viram uma colina desabar e soterrar a vila, que está localizada em uma vale.
Com material da France Presse, Efe e Reuters
UFRGS deixa de usar animais para treinar estudantes de medicina
A universidade que aderiu ao pedido de objeção de consciência (LINK) de Róber Freitas Bachinski, aluno de Ciências Biológicas, mas depois voltou atrás, acaba de dar um passo à frente em direção ao bem-estar animal. Agora, utilizar animais de rua, na maioria cães, para ensinar procedimentos médicos como suturas, incisões e punções deixou de fazer parte da rotina dos professores e alunos de medicina da UFRGS (Universidade Federal do Rio Grande do Sul).
A direção do curso montou um laboratório para as aulas práticas de técnica operatória com simuladores plásticos e sangue artificial.
Mauro Czepienewski, diretor da faculdade de medicina, diz que os estudantes e professores se deparavam com um problema moral, de ter que abrir um cão vivo e, em seguida, descartá-lo. "Nos víamos diante da questão: acabar com a vida para preservar a vida. Por isso, passamos a nos dedicar a uma alternativa", afirma.
O professor adjunto de urologia e um dos coordenadores do Laboratório de Técnica Operatória e Habilidades Cirúrgicas, Milton Berger, 51, afirma que os alunos se sentem muito mais seguros para aprender. "O novo método tranqüiliza. Muitos tinham pena de treinar em cães. Os simuladores são mais próximos ao corpo humano, além de acabar com uma série de implicações morais."
No laboratório, os alunos utilizam braços e pedaços de pele falsos para aprender a suturar e fazer incisões, além de um torso, onde fazem punções e colhem sangue (artificial). Também são realizadas práticas mais complexas, como suturas dos intestinos grosso e delgado em um material que simula tão minuciosamente os órgãos, que as mucosas e as texturas são semelhantes às do corpo.
Adaptada da Agência Folha
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