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Questões Frequentes

Quer saber como denunciar maus-tratos ou o que fazer diante de um animal abandonado? Onde castrar seu animal por um preço reduzido e como conduzir problemas com o seu condomínio?
Clique aqui para resolver as suas principais dúvidas!


Rabichos

Formação avançada em Bem-Estar Animal!

O instituto Bioethicus promove, entre março e abril, o curso de Formação Avançada em Ciência do Bem Estar Animal. Se você é médico veterinário, zootecnista, biólogo, agrônomo, médico, advogado, jornalista, filósofo ou tem interesse de aprofundar seus conhecimentos nas relações estabelecidas entre os homens e os animais, essa é uma grande oportunidade.

Serão tratados assuntos como a questão dos animais de companhia, de produção, silvestres e de laboratório. O curso é misto, com 13 módulos on-line e 5 aulas presenciais, ministradas pela professora Anabela Assis Pinto, da Universidade de Cambridge, na Inglaterra e por Marcelo Rosa, da Escola Agrotécnica Federal de Muzambinho (MG).

Início das aulas: 29/03

Para se inscrever no curso e obter mais informações, clique abaixo


Novo extermínio marcado para este mês

Março é um mês de maus presságios para as focas que vivem na parte noroeste do oceano atlântico. Todos os anos, na Páscoa, elas sofrem ataques massivos do seu maior predador: o homem. Não satisfeito com a morte deliberada (link) de 224 mil focas no ano passado (das quais 98% eram bebês com menos de três meses de idades), o governo do Canadá pretende continuar com sua brutal política e prevê, para este ano, a morte de 275 mil animais.

A desculpa para esses assassinatos em massa é de que existe uma superpopulação desses mamíferos na região, embora entidades internacionais venham denunciando reduções bruscas na população das espécies caçadas, ano após ano. Outro argumento do governo canadense é de que esses animais são mortos de forma ‘humanitária’. A atitude dos caçadores está longe disso: na maioria das vezes os bebês foca são agredidos por paus e picaretas, suas peles são arrancadas enquanto ainda estão vivos e são largados agonizantes no meio do gelo. Este fato foi constatado por organizações protetoras dos animais de peso como o IFAW e a Humane Society, ambas parceiras da ARCA Brasil.

A própria população canadense condena, em pesquisas públicas, essa atitude que gera uma má fama para seu país, além de boicotes comerciais e manifestações pelo mundo inteiro, com adesão de celebridades do porte de Paul McCartney e Brigitte Bardot. Também já está comprovado por meio de estudos de que o mercado de peles já está saturado, pela superprodução dos anos interiores e pela crescente rejeição do “produto”.

Resta o argumento de que o esses animais se alimentam de bacalhau, concorrendo com os pescadores da região. No entanto, essa linha de pensamento é falha porque não leva em conta a capacidade da natureza de se auto-equilibrar com as altas e baixas de população, como defende o biólogo Marcelo Szpilman.

Enquanto essas mortes não param, temos formas de pressionar o governo canadense ao continuar evitando seus produtos, evitar o turismo para o país e deixar clara nossa insatisfação para a embaixada e os consulados do Canadá no Brasil. Você pode mandar uma mensagem sua ou a nossa sugestão, por correio ou e-mail para os seguinte endereços:

  • lembramos que cartas com apenas uma folha A4 podem ser declaradas “cartas sociais” e o custo do envio fica por um centavo

Embaixada do Canadá em Brasília
SES - Av. das Nações, Quadra 803, Lote 16
Cep: 70410-900 - Brasília (DF)
E-mail: brsla-cs@international.gc.ca

Consulado do Canadá em São Paulo
Av. das Nações Unidas, 12901 - 16º andar
Cep: 04578-000 - São Paulo (SP)
E-mail: infocentre-spalo@international.gc.ca

Consulado do Canadá no Rio de Janeiro
Av. Atlântica, 1130 - 5º andar
Atlântica Business Center - Copacabana
Cep: 22021-000 - Rio de Janeiro (RJ)
Email: rio@international.gc.ca

Mensagem sugerida:

Título Sugerido:
"Brasil pede: Canadá, por favor, acabe com a matança!"

Senhor diplomata,

Mais uma vez o governo canadense permite a matança anual dos bebês-foca no Golfo de St. Lawrence e na costa leste do Canadá. Eu estou junto com as milhões de pessoas que não apóiam esta decisão de seu país.

Neste ano (assim como no último), há ainda o agravante causado pelo derretimento das geleiras, que causará a morte por afogamento de milhares de filhotes. Apesar disso, o governo canadense liberou a caça.

A exploração comercial desses animais é inexpressiva para a economia de seu país, e responde por menos de 2% do total dos recursos gerados pela indústria pesqueira da cidade de Newfoundland, onde vivem 90% dos caçadores de focas.

A imagem negativa de seu governo ao insistir em manter essa atividade é enorme, e cada vez mais pessoas em todo o mundo se posicionam contra a caçada das focas. Aqui no Brasil, eu e meu circulo de relacionamentos teremos isso em mente no que diz respeito ao consumo de produtos canadenses, intercâmbios culturais e viagens turísticas ao seu país.

Como primeiro-ministro de seu país, eu conto que o senhor assumirá o firme compromisso de acabar com este ato bárbaro e desnecessário o mais breve possível.

Obrigado por sua atenção e consideração a este importante assunto.

Sinceramente,
_________________.


Farra do boi: o pesadelo continua
Mesmo proibida por lei, a crueldade contra o boi em Santa Catarina continua

Chega o mês de março e algumas cidades do litoral de Santa Catarina ficam cheias de anúncios pendurados nos postes oferecendo casas para alugar. Para o feriado de Páscoa, o aluguel para o período de quinta a domingo fica em torno de R$ 400.  O preço varia de acordo com a localização “privilegiada” da residência. As que possuem vista ampla para a farra do boi podem até cobrar mais caro.

A brincadeira de mau-gosto foi proibida há mais de dez anos por uma lei federal e outra estadual, dedicada especialmente a Santa Catarina. Mas é como se a proibição não existisse. Desde 2007, a cena se repete e a carnificina recomeça em alguns municípios do estado catarinense.

Boa parte do poder público ignora a farra do boi e finge não ver nada. Mas a “cegueira” não é geral. A Secretaria de Desenvolvimento Regional do município de Itajaí quer mais rigor no combate aos criminosos – os farristas – e à violência contra o boi.Os policiais de Itajaí e região terão caminhões e laços à disposição para resgatar os bois – sãos ou feridos – e um veterinário ficará de plantão por 40 dias para atender os animais que chegarem machucados.

Outra medida serão ações realizadas em conjunto pelo Ministério Público de Santa Catarina, Polícias Civil, Militar, Ambiental, Rodoviária Federal, entidades de defesa animal e órgãos estaduais de inspeção animal. Entre outras atividades, serão distribuídos 10 mil cartazes, 50 mil folders, outdoors e realizadas palestras nos municípios que apontam maior incidência da farra do boi. Além disso, o instituto Ecosul vai veicular um jingle sobre o assunto nas emissoras de rádio.

Em 2005, o estado registrou 35 ocorrências relacionadas à farra, 27 em 2006 e 17 em 2007. Embora os números oficiais estejam em decréscimo, não se pode afirmar com segurança que a farra esteja sendo coibida – ou se apenas tem se descentralizado, saindo das vistas da polícia, já que na semana passada um boi teve de ser sacrificado em Porto Belo, a 55 km de Florianópolis, após ser massacrado por farristas.

Uma das campanhas pelo fim da farra do boi propõe o boicote ao turismo nas cidades de Santa Catarina onde o show de horror ainda é promovido. A economia das cidades com certeza sentiria o baque. Em Porto Belo, na alta temporada, a população de 11 mil se multiplica por seis ou até por 10. A falta de turistas já seria um bom motivo para que a comunidade se recusasse a fechar os olhos para a prática cruel.

Além do boi, muita gente sofre com a estupidez da festa. Nos anos anteriores foram registrados acidentes de carro, inclusive com crianças entre as vítimas fatais, provocados pela fuga do boi em disparada pelas ruas, atropelamentos e prejuízo patrimonial.
Os cidadãos podem denunciar farristas ligando para a polícia no 190. A ligação não será identificada.

Com informações: do site de notícias O Barriga Verde e jornal Tribuna Catarinense


Anuário Cães: publicação quer ser referência e traz matéria com a ARCA Brasil

Já está nas bancas o Anuário Cães 2008. A publicação pretende representar a cinofilia responsável, com um trabalho bem cuidado e uma proposta diferenciada. “Queremos ser referência no mercado e junto aos leitores, que vão desde o leigo em busca de lazer ou orientações até o criador ultra-especializado”, explica Malvina Waisberg, executiva da editora responsável pela revista.

A edição deste ano, que circulará entre milhares de aficionados por cães, traz  uma entrevista completa sobre a posse responsável e a castração, além de ensinar como corrigir comportamentos que muitas vezes resultam no abandono desses animais. Quem responde às questões da revista são Marco Ciampi, presidente da ARCA Brasil e Rubia Burnier, consultora da entidade e veterinária especialista em comportamento animal.

Ciampi comenta sobre a oportunidade de dialogar com o público do Anuário: “É um espaço importantíssimo. Precisamos acabar de vez com os proprietários por impulso, despreparados para dar e receber o melhor que a convivência com seu cão pode oferecer.”, diz ele.

Embora muitos protetores torçam o nariz para os animais de raça, devemos lembrar que eles são uma realidade e também precisam de cuidados. Não podemos deixar de reconhecer essa circunstância e perder a chance de corrigir situações graves e que dão origens, muitas vezes, a existências infelizes permeadas por sofrimentos.

O anuário está à venda em todas as bancas do país. E lembre-se: antes de levar um animal para casa, consulte os Dez Mandamentos da Posse Responsável.

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Villa Grano apóia os trabalhos da ARCA Brasil em defesa dos animais.

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