Associação Humanitária de Proteção e Bem-Estar Animal English


.Cadastre-se agora e receba .o Notícias da ARCA!

..Nome:
.

..E-mail:
.

..


Selo Empresa Amiga dos Animais
Conheça as Empresas Amigas dos Animais ®


Parceria
internacional de:






IFAW


Reprodução de conteúdos
.
Estimulamos a reprodução de nossos conteúdos, desde que na íntegra, com créditos para a ong, ao autor (quando houver) e link para o site da ARCA
notificando para
arcabrasil@
arcabrasil.org.br

Edições de texto devem ser previamente
consultadas. Não é permitida a
reprodução de fotos.


Questões Frequentes

Quer saber como denunciar maus-tratos ou o que fazer diante de um animal abandonado? Onde castrar seu animal por um preço reduzido e como conduzir problemas com o seu condomínio?
Clique aqui para resolver as suas principais dúvidas!


Janeiro de 2009

Animais silvestres: novas metas para 2009?
Um dos temas mais importantes para a causa animal enfrentará desafios e pede urgência e atenção dos órgãos responsáveis

O ano de 2008 terminou com algumas vitórias na questão do comércio ilegal e do tráfico dos animais silvestres. No entanto, sabemos que esta é uma área complexa, que exige uma atuação forte e na raiz do problema.

Em junho a ARCA questionou o projeto do IBAMA intitulado Guardiões da Fauna, que propõe a guarda de espécimes apreendidos por pessoas préviamente cadastradas no órgão. Como contraponto positivo, em novembro nós parabenizamos o IBAMA pelo aumento das apreensões e pelas campanhas de conscientização veiculadas na mídia.

A discussão também ganhou espaço em um dos maiores jornais de São Paulo. Marco Ciampi, presidente da ARCA Brasil, criticou a atitude consumista da nossa sociedade, estimulando o comércio ilegal da fauna silvestre e tornando-a cúmplice dessa prática criminosa. Leia o artigo na íntegra:

O tráfico de animais silvestres
*Artigo publicado no Jornal da Tarde em novembro de 2008

O costume de conviver com animais silvestres no Brasil – país reconhecido mundialmente pela exuberância de sua fauna e flora – data de tempos imperiais. Mas esse hábito de conviver com bichos que deveriam permanecer em nossas matas e florestas tem conseqüências trágicas. Para se ter um louro na gaiola, desejo estimulado hoje em dia até mesmo por parte da grande mídia, outros noves morrerão durante o processo de captura, transporte e venda no comércio ilegal. Mantidos em locais inadequados, alimentados e manuseados por pessoas sem noção de sua fragilidade e necessidades primordiais, eles não resistem.

Mesmo quando o bicho é comprado em um petshop ou loja regulamentada, não se terá a certeza de que, em alguma fase, não tenha sido “esquentado” pela máfia dos traficantes de animais, que envolve crianças que vendem pássaros em beira de estrada, até grandes esquemas internacionais.

O movimento de proteção animal aposta na informação, aliada a uma efetiva fiscalização por parte das autoridades, como meio de amenizar esse “holocausto ecológico”. Para pôr fim a essa prática cruel, responsável pela morte de milhares de espécimes, é primordial conscientizar a população. Sem consumidores, não há comércio.

Não comprar animais silvestres já é um grande avanço, mas não basta. Uma questão de tal magnitude e gravidade exige vontade pública. As autoridades estaduais costumam reservar verbas pífias para a contratação, treinamento competente e capacitação de agentes que fiscalizem e atuem na repressão.

Um rígido e constante patrulhamento nas divisas dos estados de MT, BA, MG, GO, tradicionais fornecedores de animais para os “centros” de consumo SP e RJ, certamente reduziria o volume do tráfico. Frear o transporte o mais próximo possível ao habitat de origem aumenta em muito as chances de sucesso na reintrodução das espécies apreendidas. Por outro lado, os animais que conseguem chegar ao centro consumidor têm uma expectativa de vida muito baixa.

Embora o número de apreensões de animais tenha aumentado, permanecem as dificuldades que os órgãos públicos têm em acolher de forma adequada as milhares de vítimas do tráfico, retornando os mais aptos ao seu habitat. O quadro ganha contornos dramáticos se considerarmos que a corrupção deve ser, igualmente, fiscalizada e combatida.

Para mudar este cenário, uma triste combinação de consumismo e omissão, é necessária uma grande tomada de consciência. E atitude. Ao cidadão responsável cabe exigir do Estado políticas públicas que atuem na origem dos problemas, além de denunciar quando tomar conhecimento desse tipo de atividade ilícita. 

Como denunciar:
IBAMA: Pelo site www.ibama.gov.br ou pela linha verde 0800-618080
Polícia ambiental: http://www.pmambientalbrasil.org.br/
Polícia civil: http://www.policiacivil.sp.gov.br/2008/outraspolicias.asp


Comente esta matéria:

Nome:

E-mail:

Cidade:....Estado:
.

Comentário:

   

Obs.: Seu comentário, ou partes dele, poderão ser utilizados, com os devidos créditos, nos veículos e eventos da ARCA Brasil.

Associe-se à ARCA!





















Villa Grano apóia os trabalhos da ARCA Brasil em defesa dos animais.

A ARCA Brasil tem o apoio da GUABI Anuncie aqui!