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Maio de 2009

Rabichos

Vitória! União Européia proíbe importação de peles de focas

O apelo veiculado pela ARCA Brasil na edição de março do Notícias da ARCA resultou num final feliz! Em uma decisão inédita, a União Européia fechou suas fronteiras para os produtos da matança de focas no Canadá. Com isto a indústria da caça sofre um violento golpe ao perder um dos seus principais mercados.
 
O governo canadense tentou barrar a decisão, fazendo lobby para confundir os responsáveis pela decisão e prometendo represálias comerciais, mas o bom senso dos parlamentares europeus foi maior, garantindo que milhares de bebês sejam salvos nos próximos anos.

Até então, o Canadá vinha recebendo inúmeros protestos mundiais, além da rejeição de seus próprios cidadãos, diante da prática cruel, sem com isso abalar o comportamento do país. Essa significativa conquista foi comemorada por protetores e ativistas do mundo inteiro.

Fonte: ARCA Brasil com materiais da Humane Society Internacional (HSI).

Estudante obtém na Justiça direito de não participar de aula de dissecação

Sob a alegação de objeção de consciência, a estudante do curso de biologia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Juliana Itabaiana de Oliveira Xavier, de 23 anos, conseguiu uma liminar que a dispensa de assistir aulas práticas que usam animais. Vegetariana, a estudante acredita que para adquirir conhecimento acadêmico não é preciso expor os bichos a sacrifícios.

A liminar foi concedida pelo juiz Adriano Saldanha Gomes de Oliveira, da 11ª Vara Federal do Rio, na última quarta-feira (6). Segundo o advogado Daniel Lourenço, logo após ingressar na UFRJ, em setembro de 2008, fez um requerimento pedindo dispensa das aulas práticas da disciplina zoologia III, quando houvesse necessidade de vivissecção – operação em animais vivos para estudo de sua anatomia. O pedido foi negado em fevereiro deste ano.

“Ela é contra o uso de animais para fins didáticos. Juliana acredita que o aprendizado pode se dar de outra forma, com vídeos ou outros métodos que não exijam sacrifícios. Entramos com a ação de objeção de consciência, alegando razão filosófica para esta questão. Ela não pretende faltar às aulas. Ao contrário, só quer ter o direito de adquirir conhecimento sem precisar tratar os animais como objetos”, explicou Lourenço, que é professor de direito ambiental da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro e diretor do Instituto Abolicionista dos Animais.  

Fonte:
G1


Mês das mães: mulher resgata beija-flor e a mãe vem buscá-lo

O instinto materno da sra. beija-flor não sossegou até que ela encontrasse o filhote perdido. Confira o vídeo:

Fonte: Bom Dia São Paulo


Curitiba aplicará microchips nos animais da cidade

A Prefeitura do Curitiba lançou a Rede de Defesa e Proteção Animal de Curitiba que inclui a aplicação de microchips para monitoramento dos animais sob a responsabilidade de seus donos.

Um pouco maiores que um grão de arroz, os microchips são aplicados como uma injeção embaixo da pele do animal e funcionam como uma carteira de identidade dos animais. Informações como nome do bicho e do responsável, endereço, idade, sexo e ficha médica constarão nos aparelhos e poderão ser verificadas com um leitor eletrônico.

Para incentivar os proprietários a implantar microchips nos animais, a Prefeitura de Curitiba está comprando, por concorrência pública, 22 mil unidades que serão usadas neste ano. De acordo com o release oficial, os equipamentos serão repassados à Anclivepa-PR, que por sua vez, os distribuirá às clínicas, hospitais veterinários e comércio de animais que os comprarão a preço de custo (o destino da verba arrecadada não foi informado).

Os donos de bichos também poderão cadastrar seus companheiros de quatro patas pela internet. A página está em construção, e ficará hospedada no site da Prefeitura www.curitiba.pr.gov.br.

A campanha também prevê a aplicação de chips em bichos das áreas periféricas. Para isso, a prefeitura espera contar com a mobilização de associações de moradores e de programas assistenciais.

No mesmo projeto a administração municipal se comprometeu a equipar um ônibus da universidade UFPR para realização de mutirões de castração. A prefeitura também promete criar um centro de atendimento a animais em situação de risco com capacidade para 60 animais por mês. A idéia é que o estabelecimento seja administrado em parceria com as universidades que tenham cursos de medicina veterinária.

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