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Dezembro de 2009
Rabichos
Reflita sobre o legado que o Rei do Pop deixou para a humanidade
Ele foi uma criança prodígio, o cantor solo que mais vendeu discos no mundo (mais de 200 milhões de cópias), e revolucionou a música e o conceito do clipe musical com o lançamento de “Thriller”. Apesar das atitudes controversas, também tinha o dom de mobilizar pessoas em prol das causas sociais.
Para homenageá-lo a ARCA Brasil escolheu um de seus vídeos para provocar em você, leitor do N.A, uma reflexão sobre o momento em que a humanidade, os animais e o planeta estão passando.
Assista! Veterinária Solidária apresenta programa na TV Taboão e entrevista Marco Ciampi
Em nova fase da carreira, a Veterinária Solidária Dra. Regina Zanelato comanda o programa Fala Bicho da TV Taboão – município que contribuiu diretamente na história da ARCA Brasil.
Em 1996 Taboão da Serra implantou o inédito Programa de Controle das Populações de Cães e Gatosda ARCA Brasil - reconhecido pela Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) pelo pioneirismo e importância. Em sete anos 12.284 cães e gatos foram castrados, o número representava cerca de 30% da população animal estimada do município. A progressão geométrica demonstra que esses animais e seus descendentes poderiam gerar mais de 1 milhão de filhotes nesse período.
Além dos significativos números, a iniciativa despertou o interesse de outras cidades como Jundiaí, Guarulhos, Rio de Janeiro e Porto Alegre que já realizaram trabalhos semelhantes. A corrente do bem também inspirou a criação da lei 12.327/97, que determina que todo animal vendido ou doado na cidade de São Paulo seja castrado. Apesar da vitória, a lei que foi regulamentada em 2000, ainda padece de muita fiscalização e vontade pública.
A entrevista foi o cenário para o feliz reencontro do presidente da ARCA com a Dra. Regina, juntos, conversaram sobre o papel da entidade, posse responsável, castração, adoção e lar transitório – grande aposta da ONG para minimizar o problema dos abrigos superlotados e dos animais abandonado a própria sorte. Vale a pena conferir!
Vitória! Sorocaba, uma das maiores cidades do interior paulista, proíbe os rodeios.
Nascido no Fórum sobre os Direitos dos Animais, realizado em agosto último, o Movimento Sorocaba Sem Rodeio comemorou em dezembro a sua grande vitória. Seu slogan, “Sorocaba sem Rodeio”, virou realidade.
A Câmara de Vereadores do município, distante 97 km da capital paulista e com mais de 600 mil habitantes, aprovou a lei que impede eventos recreativos que causem sofrimentos a animais nesta terça-feira. A votação do projeto de lei que passou pelo plenário sem dificuldades.
Uma lei anterior permitia rodeios e vaquejadas desde que os organizadores garantissem que os animais não sofreriam danos físicos. Agora, qualquer evento desse tipo vai ser considerado clandestino.
Fonte: Com informações do O Globo e do Instituto Nina Rosa.
Participe. Ajude São Carlos (SP) a manter os rodeios fora de seu território
A Câmara do município de São Carlos, há 231 km da capital paulista, e com 220 mil habitantes, abriu uma consulta pública – válida até o dia 21/12/09 – para saber a opinião dos internautas sobre a oficialização da Festa de Peão de Boiadeiro em São Carlos. “Há muitos anos estamos conseguindo impedir”, explica Laíde da UIPA , vereadora da cidade conhecida como a primeira legisladora municipal a se dedicar exclusivamente para causa dos animais.
Para se expressar basta entrar no www.camarasaocarlos.sp.gov.br e acessar “Consulta Pública”.
SAIBA MAIS
- Veja mais informações sobre o uso de animais no entretenimento
Fonte: Com informações da Câmara Municipal de São Carlos.
Boa notícia: Belo Horizonte (MG) proíbe animais em circo
A exemplo de capitais e municípios em todo o país que proibiram o uso de animais em espetáculos circenses, a Câmara Municipal de Belo Horizonte aprovou lei que impede, a partir do ano que vem, a emissão de alvará de funcionamento a circos que incluam em seus números a exploração de animais. Para Franklin Oliveira, presidente da ong Núcleo Fauna e assessor para assuntos de fauna urbana da Secretaria Municipal de Meio Ambiente, a medida é uma vitória e põe a cidade na vanguarda, seguindo exemplo de outras capitais que baniram a exploração de animais, sobretudo para entretenimento.
De acordo com o projeto de lei, será proibida a apresentação, manutenção e uso de animais selvagens ou domésticos, nativos ou exóticos em espetáculos ou qualquer tipo de atividade circense. Quem desrespeitar a norma poderá sofrer graves sanções. Além do cancelamento da licença de funcionamento e interdição do local, a multa pode chegar a R$ 5 mil por dia de apresentação em território belo-horizontino. No caso de reincidência, os animais e equipamentos serão apreendidos.
Tanta movimentação não é em vão. Para desempenhar números como aquele em que um elefante senta em um banco pequeno em relação a seu tamanho ou em que leões saltem círculos de fogos, os animais são submetidos a atos de crueldade desde filhote, como forma de condicionamento. Na tentativa de minimizar os riscos do convívio de funcionários com animais selvagens, presas são arrancadas ou cerradas. Os treinos são feitos à base de sucessivos choques e pauladas. Em conseqüência, os bichos circenses, mesmo quando libertados, sofrem de distúrbios comportamentais e traumas repetitivos, não conseguem sobreviver em seu hábitat, pois desaprendem a caçar e a viver em grupo. “Ninguém quer mais saber, em pleno século 21, de freqüentar espetáculos em que animais são submetidos à crueldade. Isso não é arte. Isso é crime”, afirma Oliveira.
Fonte: UAI

18 anos promovendo o bem estar e a proteção de todos os animais!

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